Contexto
A Casa era um canhão. A marca precisava entrar viva.
Transmissão, torcida, música, comida, fila e conteúdo aconteciam ao mesmo tempo. O desafio não era montar mais um estande bonito, mas fazer o iFood participar desse ritmo sem interrompê-lo.
A direção começou pelo uso: onde a pessoa chegava, parava, jogava, escolhia, fotografava e levava algo com ela.
Os registros desta página se concentram na Casa de São Paulo. O projeto também chegou ao Rio de Janeiro, onde o iFood Park ganhou outra cenografia e outras ativações. Minha atuação atravessou as duas praças.